{"id":3202,"date":"2018-07-04T06:00:22","date_gmt":"2018-07-04T05:00:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.glup.pt\/?p=3202"},"modified":"2018-07-04T06:00:22","modified_gmt":"2018-07-04T05:00:22","slug":"defesa-psiquica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.glup.pt\/web\/?p=3202","title":{"rendered":"Defesa Ps\u00edquica"},"content":{"rendered":"<p>Os grupos humanos normais constituem-se impulsionados por interesses mundanos e profanos, econ\u00f3micos e outros. Os grupos esot\u00e9ricos constituem-se sob impulsos espirituais. S\u00e3o criados no mundo das ideias antes de se fazerem concretos e operativos. Assim \u00e9 com a Ma\u00e7onaria, cujas origens se perdem na noite dos tempos mas por detr\u00e1s da qual se intui a Presen\u00e7a de ilustres e desconhecidos seres luminosos de imensa sabedoria. A Ma\u00e7onaria sempre visou a edifica\u00e7\u00e3o de Templos: os templos que eram catedrais,os templos que s\u00e3o seres humanos e o templo que \u00e9 a Humanidade consagrada.<br \/>\nPor\u00e9m sempre houve vendilh\u00f5es em templos: vendilh\u00f5es que s\u00e3o os que tentam usar espa\u00e7os sagrados para lucrarem, ou seja, obterem benef\u00edcios pr\u00f3prios. Tamb\u00e9m sempre houve profanadores: os que tentam invadir e destruir o sagrado, afastando a presen\u00e7a do GADU e colocando a adora\u00e7\u00e3o de bezerros dourados, s\u00edmbolos da mundanidade, no seu lugar.<br \/>\nA Defesa Ps\u00edquica \u00e9 o conjunto de pr\u00e1ticas pelas quais protegemos, por nossa humana iniciativa, os lugares sagrados e sagr\u00e1veis &#8211; em n\u00f3s mesmos e no mundo. Por maioria de raz\u00e3o, no templo ma\u00e7\u00f3nico. Se a fizermos bem, seremos ent\u00e3o dignos de Protec\u00e7\u00e3o Espiritual, pela qual potestades espirituais complementam o nosso labor. Noutros termos, o S\u00e3o Jorge da nossa personalidade santificada, cavalgando uma animalidade disciplinada e consagrada, derrota o drag\u00e3o dos nossos v\u00edcios com a lan\u00e7a da mente focalizada e agu\u00e7ada pela vontade espiritual, digna ent\u00e3o de conduzir a energia de S\u00e3o Miguel, o Arcanjo da protec\u00e7\u00e3o.<br \/>\nO drag\u00e3o a derrotar tem, por\u00e9m, m\u00faltiplas facetas, qual hidra representando o ego que renasce em m\u00faltiplas formas. Todas as grandes tradi\u00e7\u00f5es espirituais falam em dem\u00f3nios. Muitas falam em esp\u00edritos desorientados, fantasmas famintos e outros seres ps\u00edquicos que podem ser prejudiciais aos humanos (como as sereias ou os gnomos). As mesmas tradi\u00e7\u00f5es falam-nos na exist\u00eancia dos n\u00edveis com forma, que incluem o quadrado humano \u201cmundano\u201d do corpo f\u00edsico, corpo et\u00e9rico-vital, corpo emocional e corpo mental, e o tri\u00e2ngulo dos mundos \u201csem forma\u201d que inclui a nossa mente abstracta, o nosso corpo intuicional e o nosso corpo \u00e1tmico ou de vontade espiritual. Falam-nos, ainda, da centelha espiritual que nos habita e \u00e9 una com o Fogo divino.<br \/>\nA Ma\u00e7onaria, sendo amiga da Humanidade e procurando edific\u00e1-la, torna-se alvo do ataque por seres do mundo ps\u00edquico que n\u00e3o querem abdicar do dom\u00ednio que t\u00eam exercido sobre o mundo humano. Existem seres que temem a luz e seres que a odeiam. N\u00e3o podemos nem devemos ser ing\u00e9nuos: existem criaturas cujo objectivo \u00e9 destruir a Ma\u00e7onaria e todos os grupos que, como ela, procuram polir a pedra da humanidade e mesmo transmut\u00e1-la em diamante. Como agem? Atacando frontalmente os que procuram a luz, seja tentando faz\u00ea-los adoecer fisicamente ou perturb\u00e1-los emocional ou mentalmente. Podem usar projec\u00e7\u00f5es de energia agressivas, manipular mentes, amplificar instintos e sentimentos menos nobres, arregimentar seres elementais ou mesmo demon\u00edacos contra os ma\u00e7ons de todos os tipos e confrarias. Quando n\u00e3o conseguem derrubar directamente um ser humano ou um grupo, podem manipular outros para que fa\u00e7am esse trabalho. Quando n\u00e3o conseguem a um n\u00edvel, podem tentar outro: falhado um ataque ao f\u00edsico, resta atacar o emocional, o laboral, relacional e assim por diante.<br \/>\nComo nos protegemos? O campo \u00e9 muito vasto. Por\u00e9m existem refer\u00eancias: a mente focalizada pode ser usada para manejar e condensar energia criando barreiras energ\u00e9ticas protectoras e filtrantes, com formas como armaduras cristalinas, auras refor\u00e7adas, figuras geom\u00e9tricas que invocam energias arquet\u00edpicas como o pentagrama e o hexagrama; o cora\u00e7\u00e3o pode ser elevado ao alto em ora\u00e7\u00e3o, invocando a presen\u00e7a dos representantes do GADU; energias podem ser contactadas e trazidas de muito longe para proteger e elevar pessoas e lugares. Para isso, \u00e9 necess\u00e1rio adestrar a mente na medita\u00e7\u00e3o e na ora\u00e7\u00e3o e aprender a us\u00e1-la de modo criativo. \u00c9 necess\u00e1rio colocar os valores do esp\u00edrito acima da pessoa e, ao faz\u00ea-lo, construir para a Eternidade &#8211; como era o mister dos antigos construtores de catedrais. \u00c9 necess\u00e1rio desenvolver a firmeza de permanecer entre colunas que s\u00e3o tamb\u00e9m pares de opostos para ascender na direc\u00e7\u00e3o do GADU. O manejo de incensos e cristais, talism\u00e3s e outras formas complementa o trabalho, do mesmo modo que o faz o uso de formas sonoras consagradas como a m\u00fasica, ora\u00e7\u00e3o e mantras que ajudam a elevar a vibra\u00e7\u00e3o e a criar resson\u00e2ncias que atravessam o espa\u00e7o e unem o ser humano com os altos lugares onde habitam os deuses.<br \/>\nO que protegemos? O templo em n\u00f3s mesmos, o altar secreto do cora\u00e7\u00e3o onde a flama divina pode tornar-se Presen\u00e7a; o templo externo, onde o ritual pode e deve fazer-se dan\u00e7a divina, dramatizando conscientemente a invoca\u00e7\u00e3o, protec\u00e7\u00e3o e irradia\u00e7\u00e3o da energia celeste.<br \/>\nO dever de um ma\u00e7on passa, a nosso ver, por tomar consci\u00eancia da realidade dos mundos invis\u00edveis e saber lidar com eles ao servi\u00e7o do divino. De outro modo, corre o risco de permitir que o profano profane e que o mundano seja colocado acima do divino. Corre o risco de permitir que a Ma\u00e7onaria seja distorcida e profanada pelo predom\u00ednio do ego humano com todos os seus v\u00edcios e limita\u00e7\u00f5es, por sua vez amplificados por for\u00e7as que s\u00e3o inimigas do progresso humano: aquelas que n\u00e3o querem a Liberdade do Esp\u00edrito que supera as limita\u00e7\u00f5es da animalidade humana, a Igualdade dos irm\u00e3os que se respeitam muito para al\u00e9m das suas diferen\u00e7as, nivelados pela sua ess\u00eancia divina, nem a Fraternidade dos que agem em unidade no servi\u00e7o divino.<br \/>\nVR<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os grupos humanos normais constituem-se impulsionados por interesses mundanos e profanos, econ\u00f3micos e outros. Os grupos esot\u00e9ricos constituem-se sob impulsos espirituais. S\u00e3o criados no mundo das ideias antes de se fazerem concretos e operativos. Assim \u00e9 com a Ma\u00e7onaria, cujas origens se perdem na noite dos tempos mas por detr\u00e1s da qual se intui a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3217,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ub_ctt_via":"","ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[3,8],"tags":[],"class_list":["post-3202","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-boletim","category-boletim-n-o-6","entry","has-media"],"featured_image_src":null,"author_info":{"display_name":"G\u2e2bL\u2e2bU\u2e2bP\u2e2b","author_link":"https:\/\/www.glup.pt\/web\/?author=1"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.glup.pt\/web\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3202","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.glup.pt\/web\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.glup.pt\/web\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.glup.pt\/web\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.glup.pt\/web\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3202"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.glup.pt\/web\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3202\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.glup.pt\/web\/index.php?rest_route=\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.glup.pt\/web\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3202"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.glup.pt\/web\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3202"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.glup.pt\/web\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3202"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}