{"id":2620,"date":"2017-11-02T09:07:42","date_gmt":"2017-11-02T09:07:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.glup.pt\/?p=2620"},"modified":"2017-11-02T09:07:42","modified_gmt":"2017-11-02T09:07:42","slug":"esoterologia-dos-lugares-magicos-portugueses","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.glup.pt\/web\/?p=2620","title":{"rendered":"ESOTEROLOGIA DOS LUGARES M\u00c1GICOS PORTUGUESES"},"content":{"rendered":"<p>O decurso vivencial de todos n\u00f3s implica a no\u00e7\u00e3o de trajecto e independentemente das perspectivas que subjectivamente se podem adotar, ningu\u00e9m negar\u00e1 que, a problem\u00e1tica ou a viv\u00eancia da \u201ccaminhada\u201d, constituiu desde muito precocemente na hist\u00f3ria da cultura humana, aquilo que a antropologia designa como, um \u201cUniversal da Cultura\u201d. Gradualmente mitificadas e actualizadas, em certos per\u00edodos por meio de rituais, na maioria das culturas, tais pr\u00e1ticas, demandaram igualmente a adop\u00e7\u00e3o de marcadores espaciais na paisagem. Desde as culturas megal\u00edticas at\u00e1 \u00e0 \u00e9poca moderna, esse \u201ccaminhar\u201d encontra a sua visibilidade em in\u00fameros exemplos, como sejam os vest\u00edgios de Stonehange , Almendres, Odrinhas, etc. e em \u00e9pocas mais recentes, integrando as pr\u00e1ticas do cristianismo, como as peregrina\u00e7\u00f5es em, Santa Euf\u00e9mia (Sintra) Bom Jesus do Monte, Senhora dos Rem\u00e9dios ou Carmelo do Bu\u00e7aco, ou dezenas de outros exemplos poss\u00edveis.<br \/>\nAs asser\u00e7\u00f5es precedentes, pensamos, seriam suficientes para motivar a partilha de uma singela experi\u00eancia de reflex\u00e3o e conv\u00edvio, que se inscreve nesta problem\u00e1tica, que propomos ocorrer no dia oito de Outubro, pelas 10 horas da manh\u00e3 (o convite formal para a participa\u00e7\u00e3o, bem como o programa, seguir\u00e1 dentro em pouco).<br \/>\nA concentra\u00e7\u00e3o dos eventuais interessados, efetivar-se-\u00e1, no parque de estacionamento do \u201cexot\u00e9rico\u201d convento dos Capuchos (Sintra).<br \/>\nSeguir-se-\u00e1, desloca\u00e7\u00e3o em viatura at\u00e9 outro estacionamento, na base da Ermida da Peninha\/Palacete de Ant\u00f3nio Augusto Carvalho Monteiro\/ ru\u00ednas da ermida de S\u00e3o Saturnino.<br \/>\nEste complexo, n\u00e3o costuma estar acess\u00edvel ao p\u00fablico (apenas as ru\u00ednas), por\u00e9m, estamos a desenvolver os maiores esfor\u00e7os para que seja franqueada a entrada. Sen\u00e3o apenas poderemos examin\u00e1-lo do exterior o que igualmente se revela interessante.\u00a0 A partir deste ponto, acede-se ao trilho para inicio da caminhada conducente ao misterioso tholoi (?) ou anta de Adrenunes, com regresso ao ponto de partida (Peninha). Propomos a seguir um almo\u00e7o &#8211; conv\u00edvio no restaurante \u201cO Farol\u201d em Malveira da Serra.<br \/>\n-As narrativas eventualmente produzidas no decorrer desta visita, introduzem os participantes na vast\u00edssima problem\u00e1tica impl\u00edcita nas subsequentes visitas de estudo e conv\u00edvio que a GLUP prop\u00f5e para este ano, em converg\u00eancia com id\u00eantica estrat\u00e9gia formativa de algumas R:.L:..<br \/>\nNuma breve alus\u00e3o a prop\u00f3sito de trajectos, caminhadas ou peregrina\u00e7\u00f5es lembramos que diversos autores dedicados ao saber esot\u00e9rico reclamam serem sete (n\u00famero m\u00e1gico por excel\u00eancia), os caminhos (ou peregrina\u00e7\u00f5es) esot\u00e9ricos de Portugal.<br \/>\n-O N\u00famero sete, numero da vida no seu aspecto mais misterioso e secreto corresponde igualmente \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o das realiza\u00e7\u00f5es humanas. Diversos estudiosos t\u00eam abordado esta tem\u00e1tica, nomeadamente Jos\u00e9 Manuel Gandara , autor deveras interessante mas(sobre o qual por vezes sou pouco concordante. Por exemplo, na minha \u00f3ptica porque n\u00e3o igualmente o n\u00famero cinco que na sua omnipresen\u00e7a, conduz directamente \u00e0 divina propor\u00e7\u00e3o e ao Phi!<br \/>\n\u201cAs sete peregrina\u00e7\u00f5es, revelam as energias e a simbologia de sete pontos chave, onde vai impl\u00edcito um deambular por um universo de s\u00edmbolos e significa\u00e7\u00f5es, irradiando de pontos bem localizados, solicitando um peregrinar a quem se disponha a reencontrar-se a um mais elevado grau de consci\u00eancia do Cosmos e do lugar que ocupa num dado momento do seu percurso interior.<br \/>\nUma PRIMEIRA PEREGRINA\u00c7\u00c3O, \u00e9 o CAMINHO do RECONHECIMENTO, passando sucessivamente pelas igrejas de Santa Maria do Olival, Santa Iria, S\u00e3o Jo\u00e3o Baptista, Castelo e Convento de Cristo, proporciona a possibilidade de encontrar a nossa rela\u00e7\u00e3o com o mundo e ligarmo-nos \u00e0s origens c\u00f3smicas para entendermos a raz\u00e3o da vida.<br \/>\nDeambular sobre a \u00e9gide de SATURNO pois que representa:<\/p>\n<ul>\n<li>A avalia\u00e7\u00e3o racional da vida sobretudo os aspectos menos positivos;<\/li>\n<li>Acompanha o \u201ceu\u201d na solid\u00e3o;<\/li>\n<li>Refor\u00e7a a introspec\u00e7\u00e3o, preparando-nos para as premoni\u00e7\u00f5es das adversidades inevit\u00e1veis;<\/li>\n<li>Fortalece a for\u00e7a de \u00e2nimo, a coragem e a autoconfian\u00e7a;<\/li>\n<li>Motiva para a precau\u00e7\u00e3o perante a desconfian\u00e7a e as m\u00e1s previs\u00f5es<\/li>\n<\/ul>\n<p>Uma SEGUNDA PEREGRINA\u00c7\u00c3O, \u00e9 o CAMINHO DO M\u00c9RITO no Mosteiro dos Jer\u00f3nimos. Sob a \u00e9gide de JUPITER:<\/p>\n<ul>\n<li>Representa o optimismo perante a vida;<\/li>\n<li>O sentido da coordena\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>A tend\u00eancia para equilibrar o instinto e a raz\u00e3o<\/li>\n<li>Relaciona-se com a intelig\u00eancia intuitiva; autoridade, o conforto, a riqueza, a dignidade a filantropia; o sentimento de justi\u00e7a;<\/li>\n<li>Trabalha-se a TERRA, o nosso lado mais denso. Trata-se de entender a nossa rela\u00e7\u00e3o com os bens materiais.<\/li>\n<\/ul>\n<p>TERCEIRA PEREGRINA\u00c7\u00c3O, pelo Mosteiro da Batalha. \u00a0\u00c8 o caminho por MARTE:<\/p>\n<ul>\n<li>O CAMINHO DO DOM\u00cdNIO.<\/li>\n<li>Representa a condi\u00e7\u00e3o da vida; a rela\u00e7\u00e3o agressiva com o mundo exterior,<\/li>\n<li>A paix\u00e3o violenta, a conquista, a ac\u00e7\u00e3o e a realiza\u00e7\u00e3o; a bravura;<\/li>\n<li>A sobreviv\u00eancia, a for\u00e7a, a energia, a extrovers\u00e3o<\/li>\n<li>Nesta peregrina\u00e7\u00e3o trabalha-se a \u00c0GUA. O nosso lado mut\u00e1vel a passagem do exterior para o interior.<\/li>\n<\/ul>\n<p>QUARTA PEREGRINA\u00c7\u00c3O, pelo Mosteiro de Alcoba\u00e7a. \u00c8 o caminho por V\u00c9NUS em que se regem as: -Emo\u00e7\u00f5es, os sentimentos, os afectos, a ternura a sedu\u00e7\u00e3o, a sensualidade, a amizade, a bondade, a harmonia:<\/p>\n<ul>\n<li>\u00c9 o CAMINHO da PARTILHA<\/li>\n<li>Relacionada com a Intelig\u00eancia emocional, implica as artes, as emo\u00e7\u00f5es pelas formas, cores, sons e movimentos.<\/li>\n<li>Na quarta peregrina\u00e7\u00e3o trabalha-se o FOGO<\/li>\n<\/ul>\n<p>QUINTA PEREGRINA\u00c7\u00c3O pelo Caminho de MERCURIO, na Quinta da Regaleira:<\/p>\n<ul>\n<li>\u00c8 o CAMINHO da PASSAGEM;<\/li>\n<li>Merc\u00fario representa a rela\u00e7\u00e3o mental com o mundo exterior, a perfei\u00e7\u00e3o intelectual, os contactos com o mundo pela express\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o, cr\u00edtica e adapta\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Indica a capacidade de an\u00e1lise, versatilidade, eloqu\u00eancia, e a capacidade de gest\u00e3o.<\/li>\n<li>Relaciona-se com a comunica\u00e7\u00e3o, contactos sociais literatura e estudo.<\/li>\n<li>Na quinta peregrina\u00e7\u00e3o trabalha-se o AR, projectando-nos de forma controlada ao mundo exterior.<\/li>\n<\/ul>\n<p>SEXTA PEREGRINA\u00c7\u00c3O, pelo Pal\u00e1cio da Pena. \u00c8 o caminho pela LUA:<\/p>\n<ul>\n<li>\u00c8 o CAMINHO da ESCOLHA<\/li>\n<li>A Lua representa o EU receptivo, a mudan\u00e7a, transforma\u00e7\u00e3o, o n\u00e3o racional e a sensibilidade.<\/li>\n<li>Indica a fantasia, a criatividade, a imagina\u00e7\u00e3o e a contempla\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>Relaciona-se com a fertilidade, as for\u00e7as naturais, a vida interior, o instinto maternal,<\/li>\n<li>Rege a clarivid\u00eancia e o magnetismo<\/li>\n<li>Nesta peregrina\u00e7\u00e3o desperta-se pela RAZ\u00c3O, a possibilidade de realizar a OBRA<\/li>\n<\/ul>\n<p>S\u00c9TIMA PEREGRINA\u00c7\u00c3O pelo Convento de Mafra. \u00c8 o Caminho pelo SOL<br \/>\n\u00c8 o CAMINHO da REALIZA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<ul>\n<li>O Sol Representa o EU consciente, a vontade a capacidade afectiva, a rela\u00e7\u00e3o com a vida, o idealismo -A evolu\u00e7\u00e3o, a energia ps\u00edquica.<\/li>\n<li>Indicia a capacidade de organiza\u00e7\u00e3o, a lealdade, a espiritualidade,<\/li>\n<li>Relaciona-se com a autor dade, o \u00eaxito<\/li>\n<li>A alegria de viver e a rela\u00e7\u00e3o com os Planos Divinos.<\/li>\n<li>A s\u00e9tima peregrina\u00e7\u00e3o faz o julgamento do passado e elabora planos para o futuro de acordo com a capacidade de viver o presente\u201d.<\/li>\n<\/ul>\n<p>A Biblioteca do Convento de Mafra comporta alguns volumes (sobreviventes dos processos de destrui\u00e7\u00e3o pela vis\u00e3o ortodoxa) sobre Esoterismo, Alquimia e Magia. S\u00e3o volumes essencialmente dos s\u00e9c. XVII e XVIII, alguns dos quais tem aposto a decis\u00e3o do Santo Of\u00edcio da proibi\u00e7\u00e3o da sua leitura.<br \/>\nExemplos:<\/p>\n<ul>\n<li>De Occulta Philosophia de Cornelio Agrippa<\/li>\n<li>Bibliotheca Universallis de Conrado Cesner<\/li>\n<li>Magia Naturalis, sive miraculis reum naturalium de Giambattista Della Porta<\/li>\n<li>Kabbala Denudata de Cristhian Knorr Von Rosentoth (Fernando Pessoa possuia um exemplar anotado)<\/li>\n<\/ul>\n<p>Com um enorme abra\u00e7o amigo e solid\u00e1rio do Fernando Casqueira<br \/>\nGP\/GLUP<br \/>\nPVM\/SBA<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O decurso vivencial de todos n\u00f3s implica a no\u00e7\u00e3o de trajecto e independentemente das perspectivas que subjectivamente se podem adotar, ningu\u00e9m negar\u00e1 que, a problem\u00e1tica ou a viv\u00eancia da \u201ccaminhada\u201d, constituiu desde muito precocemente na hist\u00f3ria da cultura humana, aquilo que a antropologia designa como, um \u201cUniversal da Cultura\u201d. 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