{"id":2017,"date":"2017-05-22T22:19:07","date_gmt":"2017-05-22T22:19:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.glup.pt\/?p=2017"},"modified":"2017-05-22T22:19:07","modified_gmt":"2017-05-22T22:19:07","slug":"ser-portugues-conclusao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.glup.pt\/web\/?p=2017","title":{"rendered":"Ser Portugu\u00eas: Conclus\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Nota: <em>O texto que se segue n\u00e3o visa elevar a condi\u00e7\u00e3o humana de se ser portugu\u00eas a um patamar superior \u00e0s outras nacionalidades; pretende, sim, demonstrar, que com as\u00a0 suas caracter\u00edsticas cognitivas, os portugueses est\u00e3o mais bem adaptados para promover o despertar da restante humanidade para o essencial da Vida.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O QUINTO IMP\u00c9RIO: UM IMP\u00c9RIO INICI\u00c1TICO EM REDE<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vem dos tempos b\u00edblicos a primeira alus\u00e3o a este \u201cImp\u00e9rio\u201d, quando o profeta Daniel interpreta um sonho do rei Nabucodonosor e lhe comunica a sua interpreta\u00e7\u00e3o, como nos escreveu o padre Ant\u00f3nio Vieira no seu livro \u201cHist\u00f3ria do Futuro\u201d (veja-se a for\u00e7a do \u2018des\u00edgnio\u2019 portugu\u00eas com que ele pretende inscrever a \u201cmiss\u00e3o\u201d de Portugal num contexto de futuro ao dar-lhe semelhante t\u00edtulo\u2026).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E veja-se a cumplicidade da GLUP ao assumir que <em>\u201co futuro \u00e9 agora!\u201d<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 claro que passados quase quatro s\u00e9culos sobre esta obra, somos obrigados a contextualiz\u00e1-la e tirar da\u00ed algumas ila\u00e7\u00f5es. Interessava, na \u00e9poca deste jesu\u00edta portugu\u00eas, que a \u2018ideia\u2019 de \u201cQuinto Imp\u00e9rio\u201d fosse uma forma de legitimar o movimento autonomista portugu\u00eas, que conseguira o fim da Uni\u00e3o Ib\u00e9rica, leia-se dom\u00ednio dos Filipes\u2026(Sobre este momento complicado na hist\u00f3ria do nosso pa\u00eds irei dar-lhes a ler, numa pr\u00f3xima oportunidade, um texto que escrevi inspirado\u00a0 naquilo que podemos chamar &#8211; e demonstrar &#8211; de <em>\u201cA mentira patri\u00f3tica\u201d)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas voltando a Daniel e \u00e0 B\u00edblia, explica este ao monarca que \u00e9 poss\u00edvel <em>\u2018ler-se\u2019<\/em> no sonho a destrui\u00e7\u00e3o de todos os quatro imp\u00e9rios que o precederam, ou seja,\u00a0 o <em>ass\u00edrio, persa, grego e romano<\/em>, sendo a cada um deles atribu\u00eddo uma fra\u00e7\u00e3o do corpo humano que o rei viu aparecer no seu sonho e onde eles est\u00e3o simbolicamente representados, desde a cabe\u00e7a aos p\u00e9s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como na descri\u00e7\u00e3o \u00e9 dito que s\u00e3o derrubados por algo vindo do espa\u00e7o e os seus fragmentos dispersados sobre a superf\u00edcie da Terra, Daniel intui que \u00e9 esse adubo, feito das reminisc\u00eancias imperiais agora destru\u00eddas, que vai contribuir para o solo ideal onde vai nascer e florir um novo imp\u00e9rio, denominado cronologicamente \u00e0 \u00e9poca por Quinto Imp\u00e9rio, ou seja, o Imp\u00e9rio de Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Curiosamente Fernando Pessoa nomeou quatros imp\u00e9rios diferentes dos de Vieira e adjectivou-os, inici\u00e1ticamente, como sendo um \u201cimperialismo andr\u00f3gino\u201d: s\u00e3o eles o <em>grego, o romano, o crist\u00e3o e o europeu.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que interessa reter em qualquer das interpreta\u00e7\u00f5es \u00e9 que o Quinto Imp\u00e9rio aspira a ser um imp\u00e9rio espiritual; mas andr\u00f3gino porqu\u00ea?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Humildemente, ao p\u00f4r-me na sua erudita sagacidade, acredito que o fez porque o andr\u00f3gino representava, na filosofia grega, <em>um ser circular<\/em>, que era, simultaneamente, masculino e feminino, e por isso simbolizava a <em>unidade<\/em> e a <em>perfei\u00e7\u00e3o<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, o Quinto Imp\u00e9rio constituir\u00e1 uma hip\u00f3tese de transforma\u00e7\u00e3o e de purifica\u00e7\u00e3o da Humanidade, que conduzir\u00e1 a uma rela\u00e7\u00e3o harmoniosa entre o Homem e as coisas, entre o Homem e Deus, acabando com a ilus\u00e3o da separa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para os que n\u00e3o sabem, fica aqui dito que foi por isso que em 2013, no Pal\u00e1cio do Egipto em Oeiras, intitulei a minha exposi\u00e7\u00e3o de pintura de <em>\u201cOroboro\u201d<\/em>, cujo simbolismo alqu\u00edmico, presente milenarmente em diversas culturas, \u00e9 o da cobra (ou drag\u00e3o) que morde a pr\u00f3pria cauda, <em>um ser circular<\/em>\u2026e ainda mais com a caracter\u00edstica de ser um pal\u00edndromo, uma capicua se quiserem, permitindo que a sua leitura se fa\u00e7a quer num sentido quer noutro, ou seja, de tr\u00e1s para a frente e vice-versa. Adiante\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Intui-se ent\u00e3o que o Quinto Imp\u00e9rio permitir\u00e1 ao Homem alcan\u00e7ar um grau de perfei\u00e7\u00e3o m\u00e1xima, permitindo-lhe entrar em comunh\u00e3o com o divino, tendo acesso ao conhecimento, ou melhor, \u00e0 sabedoria, digo eu, implantando a paz e a fraternidade no mundo, criando uma imagem especular, di\u00e1fana, do \u00e9den primordial, perdido, e que agora tem de ser recuperado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Somos n\u00f3s, Ma\u00e7ons, os mais bem preparados para o fazer; e por fazermos parte da G.L.U.P., os mais vocacionados para isso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os poetas e fil\u00f3sofos que \u2018<em>sentem\u2019<\/em> a nossa miss\u00e3o enquanto portugueses, deixaram-nos registos te\u00f3ricos das suas certezas apontando para a inevitabilidade de todos sermos protagonistas de um glorioso destino trans-patri\u00f3tico e universalista; mas \u00e9 sobretudo Pessoa, como \u00e9 h\u00e1bito, que p\u00f5e o dedo na ferida; e f\u00e1-lo ou para estancar a hemorragia ou para denunci\u00e1-la.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E acreditem no que vos digo, Meus Queridos Irm\u00e3os: mesmo sem o saber, estamos todos feridos\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Evocando a met\u00e1fora do caminho da serpente escutemos, pois, com aten\u00e7\u00e3o, o que ele nos diz:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u201cTodos os caminhos no mundo e na lei s\u00e3o rectil\u00edneos; o caminho da Serpente \u00e9 a evas\u00e3o dos caminhos, porque \u00e9, substancial e potencialmente, a Evas\u00e3o Abstracta, o reconhecimento da verdade essencial, que pode exprimir-se, poeticamente, na frase de que Deus \u00e9 o cad\u00e1ver de si mesmo; a descoberta do Tri\u00e2ngulo M\u00edstico em que os tr\u00eas v\u00e9rtices s\u00e3o o mesmo ponto, o segredo da Trindade e do Deus Vivo, que, em certo modo, \u00e9 o Homem Morto em e atrav\u00e9s de Deus Morto\u201d.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Interpreto que o <em>Tri\u00e2ngulo M\u00edstico<\/em> aqui aludido \u00e9 o fim da Trindade enquanto dogma, pois ao unir os seus v\u00e9rtices num s\u00f3 ponto, o tri\u00e2ngulo deixa de existir, como \u00e9 \u00f3bvio, mas o seu significado n\u00e3o desaparece.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao tornar-se uno, acaba com a ilus\u00e3o da separa\u00e7\u00e3o, juntando corpo, alma e espirito num s\u00f3 ponto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E se este tri\u00e2ngulo for ma\u00e7\u00f3nico, constru\u00eddo segundo a Raz\u00e3o Dourada, o conceito de tempo desaparece, confirmando que \u00e9 no ponto em que nos encontramos, ou seja, no Agora, a hora com que termina a \u201cMensagem\u201d e que nos une ao <em>Deus Vivo<\/em>, renascidos do <em>Homem Morto.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Interiorizemos ent\u00e3o a frase de Agostinho da Silva em ep\u00edgrafe no Boletim n\u00ba1, aceitando que a nossa miss\u00e3o de hoje vai mesmo repercutir-se no futuro; mas para isso tem de ser mais do que teoria ou divina\u00e7\u00e3o patri\u00f3tica: tem que ser executada no presente!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o h\u00e1 f\u00f3rmulas m\u00e1gicas para derrotar a maioria das ideias dos mais de 7 mil milh\u00f5es de humanos que enxameiam a Terra, grande parte delas mais confrontadas com a luta com o <em>Ter<\/em> do que com o <em>Ser<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tenham sempre bem presente que somos uma Ordem Inici\u00e1tica e, portanto, o nosso m\u00e9todo n\u00e3o se compara nem ao dos cientistas testando f\u00f3rmulas em laborat\u00f3rio, nem ao dos f\u00edsicos te\u00f3ricos especulando sobre a origem dos buracos negros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A nossa actua\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 no dom\u00ednio do <em>Conhecimento, <\/em>cientifico ou politico, embora podendo nele estar alicer\u00e7ado, mas sim na da <em>Sabedoria Inici\u00e1tica<\/em>, como j\u00e1 foi dito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Interiorizemos que n\u00e3o somos uma institui\u00e7\u00e3o de caridade &#8211; essa h\u00e1-as por a\u00ed sem que se passe pela morte profana para l\u00e1 chegar, como o fizemos. A nossa actua\u00e7\u00e3o vai para al\u00e9m disso, temos algo mais a dar!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas estamos superiormente preparados para as integrar se for esse o nosso desejo, o que \u00e9 completamente diferente. Lembrem-se que o caminho do Ma\u00e7on \u00e9 solit\u00e1rio, pessoal, mas sobretudo solid\u00e1rio!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E agora vem o mais importante: o \u201cnosso\u201d Quinto Imp\u00e9rio n\u00e3o \u00e9 um imp\u00e9rio nos moldes do Imp\u00e9rio Romano, onde se exercia um controlo administrativo de territ\u00f3rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que propomos \u00e9 uma marca civilizacional do tipo da fen\u00edcia ou da grega, no passado, e que agora, no presente, se podia chamar, \u2018<em>imp\u00e9rio em rede\u2019<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E somos n\u00f3s, cada um de n\u00f3s, que vai actuar como a vacina do Pasteur fez individualmente em cada tratamento, mas desta vez n\u00e3o \u00e9 preciso injectar nenhum produto para dentro do organismo, pois trabalhamos ao n\u00edvel energ\u00e9tico com o foco de alcan\u00e7armos o que os eg\u00edpcios j\u00e1 chamavam de \u2018Ka\u2019, um sin\u00f3nimo de Alma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E \u00e9 <em>em n\u00f3s<\/em> que come\u00e7amos o trabalho, ao meio-dia se estivermos no nosso Templo e como rezam os princ\u00edpios ma\u00e7\u00f3nicos, ou a qualquer hora, como se pretende quando estamos no mundo profano, porto de destino final na cont\u00ednua soma das nossas singraduras inici\u00e1ticas, e que mais n\u00e3o s\u00e3o do que o aproveitamento operacional das sess\u00f5es de Loja em que participamos, regularmente e em regularidade!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O <em>Ka<\/em>, como a Alma, pode ent\u00e3o ser definido como um princ\u00edpio ou elemento metaf\u00edsico, imaterial, invis\u00edvel, vol\u00e1til e, de certa forma, metaf\u00f3rico, que <em>permite assegurar a sobreviv\u00eancia dos homens neste mundo, e conferir-lhes a vida eterna no outro,<\/em> uma energia m\u00edstica que pode ser utilizada para fins que v\u00e3o al\u00e9m da compreens\u00e3o humana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isto \u00e9 tudo muito bonito de perceber num contexto de dualidade c\u00f3smica, mas eu acrescento: n\u00e3o h\u00e1 este mundo e o outro, mas t\u00e3o somente um \u00fanico mundo que abarca outros mundos. \u00c9 aqui que reside toda a diferen\u00e7a e, como na pr\u00e1tica do Ioga, temos que nos afastar mentalmente do nosso corpo para o conseguir ver de fora, ou seja, n\u00e3o olhem para o umbigo das vossas certezas sem as lentes da d\u00favida, porque pode acontecer que o que haja sejam v\u00e1rios graus de espiritualidade subtilizando-se at\u00e9 chegar a um Ente Supremo!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse ser\u00e1 o Grande Arquitecto do Universo num s\u00f3 Universo, uno e comum a todos os outros poss\u00edveis mundos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vejamos qual a opini\u00e3o de Pessoa sobre isto:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Por estas raz\u00f5es, e ainda outras, a Ordem externa do Ocultismo, ou seja, a Ma\u00e7onaria, evita (excepto a ma\u00e7onaria anglo-sax\u00f3nica) a express\u00e3o \u201cDeus\u201d, dadas as suas implica\u00e7\u00f5es teol\u00f3gicas e populares, e prefere dizer \u201cGrande Arquitecto do Universo\u201d, express\u00e3o que deixa em branco o problema de se Ele \u00e9 Criador, ou simples Governador, do mundo. <\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Remata dizendo: <em>\u201cDadas essas escalas de seres, n\u00e3o creio na comunica\u00e7\u00e3o directa com Deus, mas, segundo a nossa afina\u00e7\u00e3o espiritual, poderemos ir comunicando com seres cada vez mais altos.\u201d<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Meus Queridos Irm\u00e3os: \u00e9 para nos \u201cafinarmos\u201d com o Grande Arquiteto do Universo que nos juntamos na \u201cCadeia de Uni\u00e3o\u201d; mais do que uma musica interpretada a solo, fazemos parte duma grande orquestra, com coro e tudo,\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 afinada em un\u00edssono e fazendo-se ouvir pelos acordes escritos em partituras douradas (leia-se Rituais&#8230;), n\u00e3o na cor mas na dimens\u00e3o, projectando a nossa m\u00fasica para fora de n\u00f3s, e acreditando que se as estrelas da Ab\u00f3bada Celeste cintilam \u00e9 para assim nos darem a reconhecer o seu aplauso e o seu contentamento pela nossa obra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E quanto mais forte for a nossa uni\u00e3o, maior se torna a cadeia inici\u00e1tica. Em \u00faltima an\u00e1lise, essa corrente energ\u00e9tica \u00e9 um <em>\u2018acelerador de inten\u00e7\u00f5es\u2019<\/em> cujas part\u00edculas espirituais, ao colidir como fazem as do CERN em Genebra, libertam uma imensur\u00e1vel energia, potenciada por sermos todos iguais e diferentes ao mesmo tempo, enriquecendo e potenciando espiritualmente o nosso <em>\u2018imp\u00e9rio em rede\u2019, <\/em>tornando-nos cada vez mais aptos para, com o nosso exemplo no mundo profano, ajudarmos a separar o trigo do joio , o essencial do trivial, o justo do imperfeito, acrescentando e valorizando o Ser face ao Ter.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Que assim seja!<br \/>\nLVB, MM, GO das ARTES<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nota: O texto que se segue n\u00e3o visa elevar a condi\u00e7\u00e3o humana de se ser portugu\u00eas a um patamar superior \u00e0s outras nacionalidades; pretende, sim, demonstrar, que com as\u00a0 suas caracter\u00edsticas cognitivas, os portugueses est\u00e3o mais bem adaptados para promover o despertar da restante humanidade para o essencial da Vida. 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