A Grande Loja Unida de Portugal, quer que uma nova geração de Maçons sirva Portugal e, através destes Homens, transmitir os seus princípios e valores.
O Principio e Objetivo Primordial da Grande Loja Unida de Portugal é a Regularidade – que visa a recuperação dos landmarks bem como dos princípios e valores da maçonaria regular em toda a sua virtude.
A Grande Loja Unida de Portugal, sendo uma Grande Loja Regular, pugna pela transmissão da prática efetiva dos seus princípios basilares -justiça, da liberdade de pensamento, da solidariedade, fraternidade, verdade e honestidade, pelos seus membros. Assim, esta é uma Grande Loja que pretende e trabalha pela recuperação da tradição, na sua pureza orientadora de ações e condutas dos respetivos membros, que se pretendem igualmente homens íntegros, livres e de bons costumes, descontaminados dos vícios e más práticas da sociedade.
A Grande Loja Unida de Portugal, através das suas ações visa assim difundir às atuais e futuras gerações os seus valores e princípios.
A adesão à Maçonaria e à Grande Loja Unida de Portugal deve fundamentar-se numa decisão livre, individual responsável de cada candidato, a quem apelidamos de profano.
A Maçonaria não pratica nenhum tipo de interferência, pelo que qualquer candidatura de entrada deve emanar de uma vontade expressa e de um convencimento interior do próprio candidato.
A Grande Loja Unida de Portugal é uma instituição absolutamente aberta a todos aqueles que estejam interessados em saber algo mais sobre a Maçonaria, seja por simples curiosidade, seja porque admitem a possibilidade de solicitar a sua adesão e ingresso. Consideramos que é recomendável e desejável que o candidato disponha de suficiente conhecimento sobre os princípios e finalidades da Maçonaria para poder tomar uma decisão livre e fundamentada.
Todo o candidato que pretende vir a pertencer à Maçonaria, terá que reunir os três requisitos seguintes:
Para ser Maçon, deverá ainda ser-se Homem e ter atingido a maioridade. Importa informar que não existe qualquer restrição quanto à nacionalidade, grupo social ou religião do candidato.
O candidato a Maçon deve ter capacidade de compreensão dos conceitos filosóficos da Ordem e dispor de uma “ciência, arte, oficio, ou rendimento” tal como conta da expressão dos antigos ditames da Ordem.
Por norma a entrada na Maçonaria faz-se por convite de um membro que já seja Maçon ou através de uma auto candidatura submetida via página web da Grande Loja Unida de Portugal.
O candidato pode ser assim recomendado por um membro da Loja na qual deseja entrar ou, através da internet, efetuar a sua auto candidatura solicitando diretamente a sua entrada na Grande Loja Unida de Portugal.
Após a entrada da sua candidatura, a mesma será alvo de um processo preliminar de análise, sendo posteriormente lida na Loja onde o candidato pretende ingressar. Após a leitura em Loja, a candidatura é remetida à comissão de Inquirições, composta no mínimo por três maçons que, separadamente, após um período de entrevistas e acompanhamento ao candidato, onde prestarão todos os esclarecimentos e responderão a todas as duvidas, darão o seu parecer.
Após o parecer desta Comissão de Inquirições e existindo uma firme convicção por parte do candidato em ingressar na Maçonaria, o parecer segue para votação por sufrágio secreto e universal de todos os membros em Loja e, em caso de aprovação e aceitação, começa o processo que terminará na sua Iniciação e no seu ingresso na Maçonaria como mais um membro da Loja da Grande Loja Unida de Portugal.
O pertencer e fazer parte da Maçonaria, implica direitos e obrigações:
Qualquer membro da Maçonaria pode apresentar a sua saída da Ordem de forma livre, nomeadamente da sua Loja ou da Grande Loja e de forma imediata.
O pertencer à Maçonaria não supõe nenhum tipo de influencia, vantagem material ou financeira.
Não estão permitidas as discussões ideológicas sobre política e religião.